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Spinners devem ser a sensação do Dia das Crianças
   
     
 


09/10/2017

Spinners devem ser a sensação do Dia das Crianças
Análise da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS coloca o produto entre os mais buscados nas lojas junto com bonecos em miniatura, carros articulados e jogos

Eles já não são novidade, mas devem ser um dos campões de vendas para o Dia das Crianças. Os brinquedos, conhecidos como “spinners” chegaram ao mercado em maio desse ano e tornaram-se uma verdadeira febre. Segundo levantamento da FCDL-RS, para o público infantil de 5 a 12 anos, os brinquedos mais procurados tendem a ser: hand-spinner; bonecos miniaturizados (tipo Shopkins), bonecas, carros articulados (com ou sem controle remoto) e os tradicionais jogos. Já para os adolescentes, o interesse maior deve ser produtos com tecnologia embarcada, como smartphones e drones (maior preço médio), além de artigos de informática e moda.

- O Dia das Crianças nos traz uma boa perspectiva de vendas. Esperamos que o aumento na comparação com a data no ano passado chegue a até 6% - afirma o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

A entidade estima que o ticket médio fique próximo a R$ 100,00. Os preços do spinners variam entre R$ 29 e R$ 299, dependendo do modelo. O objeto feito de metal ou plástico foi criado em 1990 nos Estados Unidos para ajudar crianças com déficit de atenção e hiperatividade. Atualmente, o spinner também é usado como alternativa para alívio do estresse e ansiedade. Entretanto, o brinquedo já causou acidentes e foi motivo de alerta, por exemplo, da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul. Segundo a entidade médica, como existem diversos modelos destes brinquedos, incluindo alguns contendo luzes de LED e baterias de lítio há risco de desprendimento das peças e ingestão de partes destes brinquedos, sendo o risco maior de engasgo ou ingesta das baterias. Em Porto Alegre já ocorreu pelo menos um caso de ingestão de bateria, felizmente com boa evolução.

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em junho de 2017, já alertou para os perigos do uso do brinquedo e lembrou a importância de ser comercializado com o selo de identificação do Instituto. Também contra indicou o uso em crianças menores de 6 anos e no caso das maiores, que seu uso seja sempre supervisionado por um adulto.

Fonte: Imprensa FCDL/RS
Autor: Marcelo Matusiak
Revisão e edição: de responsabilidade da fonte

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